
Fotoreportagem: Encontros da Eira dão espectáculo no Intercéltico
|
 |
| Apresentados ontem quatro projectos a serem lançados em 2008 |
Encontros da Eira apostam na investigação |
A Associação Cultural “Encontros da Eira” apresen-tou ontem quatro projectos de investigação cultural, uma área na qual esta entidade pretende apostar. |
|
| A Associação Cultural Encontros da Eira está a promover trabalhos de investigação relacionados com os jogos cantados popularizados da Madeira e com o levantamento de biografias, como a de Maria Ascensão e do Grupo Folclórico da Casa do Povo da Camacha e de Tony Cruz. O levantamento e arquivo sonoro de músicos madeirenses é também um projecto em curso, apresentado ontem pela referida associação. O primeiro trabalho, referente aos jogos, está a ser preparado por Carla Sousa e irá resultar no lançamento de um livro e de um CD. Os restantes estão a ser alvo de investigação por parte do professor Vítor Sardinha. As quatro iniciativas serão lançadas no primeiro semestre de 2008.
Segundo Jorge de Sousa, a Associação entende ser necessário, para além de divulgar e promover a música tradicional madeirense, desenvolver projectos de investigação cultural para que “esse património regional seja enriquecido com estes projectos”.
O trabalho de investigação e recolha de material foi possível graças a várias entidades, tendo o responsável pelos “Encontros da Eira” destacado a Direcção Regional dos Assuntos Culturais pelo apoio logístico. A esse respeito, Albertina Henriques explicou que o facto da DRAC não apoiar financeiramente é motivo de congratulação porque significa “que as entidades e associa-ções não estão só à espera do Governo no sentido de desenvolverem os seus projectos”.
Jorge de Sousa salientou ainda que a Associação deverá contar com um apoio de 75 por cento na edição dos trabalhos, mas não quis divulgar a proveniência desse contributo.
Quanto aos projectos, Carla Sousa explicou que os jogos incluídos na pesquisa eram jogados em qualquer sítio, como em escolas, casas, festas populares, eiras e adros de igrejas, nomeadamente. O livro vai recordar vários jogos, como “A rainha dos Mares”, será ilustrado e irá apresentar o material necessário para a realização da brincadeira. Terá a partitura das músicas que serão ainda gravadas em CD.
Já Vítor Sardinha apresentou os levantamentos que está a preparar, destacando a recolha sonora de músicos madeirenses. Conta com trinta horas de música, sendo que tem já gravados sete CDs. As gravações são para continuar. Sobre Tony Cruz, Vítor Sardinha conta como o madeirense entrou na música e no cinema, tornando-se internacional mesmo antes de sair da Madeira. Maria Ascensão também “renasce” na investigação de Vítor Sardinha, comprovando-se o seu estatuto de embaixatriz da Madeira.
In: Jornal da Madeira |
|
|
|
| Encontros da Eira actuaram ontem na Fnac Madeira |
| Concerto gravado ao vivo |
 |
 |
Os Encontros da Eira apresentaram ontem, ao vivo, na Fnac Madeira, num concerto intimista que teve como principal intuito dar a conhecer a quarta edição discográfica de “Instrumentos D’Outrora”.
O concerto incluiu cinco canções do reportório deste grupo camachense: “Rainha dos Mares”, “A Viuvinha”, “A Maré Tá Cheia”, “O Anjo” e “Baile da Meia Volta”, sendo alguns destes temas inéditos e outros com uma nova roupagem.
A actuação, gravada ao vivo por Paulo Ferraz (dos Estúdios Paulo Ferraz), vai integrar um DVD dos Encontros da Eira, que será lançado em 2008.
De referir que esta apresentação na Fnac deu início ao programa das comemorações do 10.º aniversário da associação e do grupo Encontros da Eira.
No fim do evento, a banda, liderada por Jorge de Sousa, distribuiu CDs promocionais aos primeiros clientes que adquiriram a quarta edição do álbum “Instrumentais d’Outrora”.
Até à data, esta colectividade de música tradicional da Madeira já comercializou mais de 19.500 exemplares dos seus três álbuns e prepara-se para lançar um novo registo no próximo ano.
In: Jornal da Madeira |
|
|
| Encontros da Eira promovem CD na Fnac |
| A quarta edição do álbum "Instrumentais d'Outrora" e CD Promocional dos Encontros da Eira, são apresentados na FNAC Madeira, pelas 17 horas, do próximo dia 24 de Fevereiro. Serão colocados no mercado mais 500 exemplares do Cd "Instrumentais d'Outrora".
Até à data, dos três cd's que os Encontros da Eira já editaram, foram comercializados mais de 19.500 exemplares.
O cd que será lançado em 2008, inclui temas do repertório do grupo camachense, nomeadamente, "Rainha dos Mares", "A Viuvinha", "A Maré Tá Cheia", "O Anjo" e "Baile da Meia Volta", sendo alguns destes temas completamente novos e outros com uma nova roupagem.
De salientar que estas actividades estão integradas nas comemorações do 10º aniversário da ACEE e do grupo Encontros da Eira que celebra a data a 21 de Março.
In: Jornal da Madeira |
|
| “Encontros da Eira” gravam cinco novos temas |
| O grupo “Encontros da Eira” começou na sexta-feira passada a gravar cinco novos tema do seu novo reportório. As gravações estão a decorrer no Paulo Ferraz Studio e os temas que estão a ser registados para além de fazerem parte de um DVD, serão incluídos no próximo CD do grupo a editar no final de 2008. O responsável do grupo, Jorge de Sousa, não coloca ainda de parte a possível edição de um single ainda no decorrer deste ano.
Recorde-se que no final do mês de Dezembro passado este grupo de música tradicional madeirense apresentou no auditório da RDP-Madeira, os novos elementos que compõem a nova formação.
“O Patinho Feio” continua em cena durante este mês
O TEF - Companhia de Teatro, continua a apresentar, no Cine Teatro de Santo António o espectáculo infantil “O Patinho Feio” de Maria Clara Machado e Hans Christian Andersen, numa encenação de Eduardo Luíz. As apresentações decorrem este mês de segunda a sexta-feira para as escolas e aos domingos às 17h30 para o público em geral. De salientar que este espectáculo conta com as interpretações dos actores Ana Graça, Dina de Vasconcelos, Élvio Camacho, Luís Melim, Patrícia Perneta, Sónia Carvalho e Zé Ferreira. Os bilhetes para assistir a esta pela custam 2, 70 para as escolas e instituições, enquanto que, para as crianças até aos 7 anos e “maiores” de 65 anos, estudantes, grupos superiores a dez pessoas, espectadores frequentes do TEF e artistas de teatro, os ingressos custam 3,50 euros. O público em geral terá que pagar 7,50 euros por pessoa.
Trio New Sounds actua dia 20 no Seixal
O grupo Trio New Sounds, do Gabinete Coordenador de Educação Artística, actua no próximo dia 20 de Janeiro, pelas 17 horas, no Salão Paroquial do Seixal. Este concerto, de entrada livre, é promovido pela Câmara Municipal do Porto Moniz.
Já no dia 22, pelas 19h30, o Gabinete Coordenador volta a apresentar uma das suas formações em concerto. Trata-se da Orquestra de Acordeões, grupo que irá actuar no Centro Social e Paroquial de São Vicente. Este concerto é promovido pela autarquia local.
In: Jornal da Madeira |
|
Os Encontros da Eira, com novos músicos e, consequentemente, novas sonoridades, abriram e fecharam o espectáculo. Interpretaram músicas, na sua maioria, originais, não faltando as tradicionais cantigas aos reis e de Natal. |
 |
 |
Na noite de ontem realizou-se o “Vamos Cantar os Reis”, um espectáculo que juntou fãs e curiosos, nomeadamente turistas, na Praça António José de Almeida, junto à Assembleia Legislativa (AL).
O evento, organizado pela Associação Cultural Encontros da Eira, contou com as participações de vários grupos da Região, inclusive o grupo da casa.
Para além dos Encontros da Eira, "Vamos Cantar os Reis" contou com a participção dos seguintes grupos musicais: Projecto Vítor Sardinha com temas para a Viola Madeirense (Vítor Sardinha - Rajão e Viola Madeirense; Laslo - Violoncelo e Carla Sousa - Flauta Transversal), Sexteto de Sopros (Banda dos Reis), Grupo Folclórico da Boa Nova e Estudantina Académica da Madeira.
O espectáculo começou com a Cantiga dos Reis e Cantiga de Natal (Encontros da Eira), tema popular Madeirense (Estudantina), três músicas populares madeirenses (Vítor Sardinha, rajão/viola madeirense, Carla Sousa, flauta transversal, e Lászlo Szepesi, violoncelo). Seguiram-se dois ou três temas pelo Sexteto de sopros, e um Baile pelo Grupo de Folclore da Boa Nova. O encerramento ficou a cargo dos Encontros da Eira, que interpretaram mais cinco temas, da sua autoria.
De referir que na tarde de ontem, os Encontros da Eira “cantaram os reis” na Câmara Municipal do Funchal e na Secretaria Regional do Turismo.
In: Jornal da Madeira |
|
Auto de Natal da Casa do povo da Camacha
|
O espectáculo realiza-se no dia 1 de Janeiro de 2007
|
Data: 29-12-2006
|
A Casa do Povo da Camacha promove um Auto de Natal, que terá lugar na Igreja Matriz local, no dia 1 de Janeiro, a partir das 16 horas.
No evento participam os Encontros da Eira, a Tuna de Bandolins da Camacha, Grupo Coral da Casa do Povo da Camacha, o Grupo Folclórico da Casa do Povo da Camacha e os grupos de pastores que participaram nas romarias da missa do galo naquela vila serrana.
A dinamização desta actividade é da responsabilidade do Grupo Coral e da Associação Cultural encontros da Eira.
In: Diário de Noticias
|
| |
| Encontros da Eira cantam no “Auto de Natal” |
|
Os Encontros da Eira são um dos grupos participantes no “Auto de Natal”, uma iniciativa da Casa do Povo da Camacha, que se realiza hoje, a partir das 16h00, na igreja matriz local.
O grupo, liderado por Jorge de Sousa, interpretará quatro temas, sendo dois de Natal e outros dois do repertório “Cantar os Reis”.
Para além dos Encontros da Eira, actuam, no evento, a Tuna de Bandolins da Camacha, o Grupo Coral da Casa do Povo da Camacha, o Grupo Folclórico da Casa do Povo da Camacha e os grupos de pastores que participaram nas romarias da Missa do Galo naquela vila serrana.
A dinamização desta actividade é da responsabilidade do Grupo Coral e da Associação Cultural encontros da Eira.
De lembrar que a nova imagem do site da Associação Cultural Grupo Encontros da Eira já está “on-line”.
A página, com a actualização da formação, poderá ser consultada em www.encontrosdaeira.com.
In: Jornal da Madeira |
|
| Encontros da Eira, com seis novos elementos, anunciam projectos |
| «Música que nunca passa de moda» |
Para além da edição de um CD e um DVD, os Encontros da Eira planeiam a publicação de um novo livro, com o historial actualizado do grupo. A formação da Camacha, que, anteontem, apresentou, em concerto, os seus novos elementos, pretende dar continuidade ao projecto de recolha, preservação e divulgação da música tradicional da Madeira, mas sem nunca estagnar no tempo. Como refere Jorge de Sousa, presidente da ACEE, haverá um dia em que «será preciso reinventar a música tradicional» e, como tal, o grupo já está a trabalhar nesse sentido. O responsável lembra que os Encontros da Eira fazem «um tipo de música que não está na moda, mas que também nunca passa de moda». |
| Olhar — O espectáculo (dia 28), no auditório da RDP-M, deu a conhecer os seis novos elementos dos Encontros da Eiras. Quem são eles. Que instrumentos tocam?
Jorge de Sousa — Ao longo dos anos tem passado por este grupo vários elementos, como acontece com qualquer outro projecto desta natureza, seja da Madeira ou do continente. Dou, como exemplo, a Brigada Vítor Jara, que, actualmente, não tem nenhum dos elementos da sua fundação.
Na Região, outros projectos culturais, tais como os Banda D’Além ou os Xarabanda, andam pela mesma pitola que os Encontros da Eira. Da nossa fundação, permanecem apenas dois elementos: eu e a Ana Sousa (esposa de Jorge de Sousa).
Saíram cinco e entraram seis. A Carla Sousa (filha de Jorge de Sousa) continua na formação, mas como estuda fora (em Inglaterra) haverá alturas em que não poderá estar cá.
Os resistentes são: eu, Ana Sousa, Carla Sousa e Duarte Romano (curiosamente o elemento que tinha entrado há menos tempo na formação). Os novos elementos são: José Luís (guitarra, viola de arame, rajão, braguinha, percussão e voz), Filipe Varela, licenciado em música e professor do Conservatório — Escola das Artes da Madeira e nosso director artístico (arranjos e percussão), Susana Abrantes (baixo e voz), Filipa Calisto (braguinha, rajão, viola de arama, guitarra e voz), Marta Nunes (flauta de bisel, flauta transversal, percusão e voz) e Ricardo Félix (acordeão, percussão, voz e instrumentos de acorda).
Olhar— Alguma razão especial para a integração destes novos músicos no grupo?
Jorge de Sousa — Como já disse, não é invulgar esta alteração. Com a saída de elementos, tínhamos de fazer esta substituição.
Olhar — Houve desistências?
Jorge de Sousa — Exactamente. Este grupo já teve 30 elementos. Uns emigraram, outros saíram por motivos profissionais, outros porque não lhes interessava continuar neste projecto... Daí termos que fazer substituições.
Olhar — Como vê esta nova formação?
Jorge de Sousa— Há uma grande renovação, principalmente a nível instrumental. Temos instrumentos novos tais como o primeiro e único braguinho, de cordas duplas e nailon, construído na Região. Temos ainda a viola madeirense, lançada pelo músico Vítor Sardinha, muito elaborada e com cordas de nailon, e os rajões, também com nailon. Não estamos a fazer nada de novo, mas acho importante este novo timbre. Não vamos sair da área tradicional, ou seja, vamos continuar a recolher e fazer arranjos das músicas já existentes. Temos arranjos feitos por Vítor Sardinha, Filipe Varela, Filipa e a Carla Sousa.
Olhar — Para além de músico, é também o presidente da direcção da Associação Cultural Encontros da Eira (ACEE). Do grupo, esteve afastado durante um certo tempo, tendo ja regressado aos palcos. A que se deveu o afastamento?
Jorge de Sousa — Não participei em dois ou três espectáculos, por razões intrínsecas, mas voltei, porque, entretanto, saíram alguns elementos. Só voltaria se realmente alguns daqueles elementos saíssem. Estava contra os meus princípios algumas tomadas de posição.
Olhar — Sentiu que era uma presença fundamental no grupo? Foi o público que reclamou o seu regresso?
Jorge de Sousa — Houve algumas pessoas que disseram que o projecto tinha muito que ver com a minha pessoa. É verdade, porque eu estou nesta formação desde os seus primórdios.
Olhar — A recolha, preservação e divulgação da música tradicional madeirense é a vossa principal preocupação. Esse é um trabalho inacabado?
Jorge de Sousa —Vamos continuar com os trabalhos de recolha, preservação e divulgação das tradições da nossa terra. Este projecto deverá aguentar muitos anos, mas chegará uma altura em que não haverá muito mais para recolher. Nessa altura, será preciso reinventar música tradicional. Criar uma linha tradicional já está na cabeça de alguns dos nossos músicos.
Olhar — Já editaram vários CDs. Esperava que os discos tivessem tanto sucesso?
Jorge de Sousa — Este ano, já ultrapássamos os 3.100 CDs vendidos. Está comprovado, a nível nacional, que não existe nenhum grupo nesta área musical que venda tantos discos como os Encontros da Eira, com excepção dos Gaiteiros que vendem 800 por ano.
Olhar — As verbas arrecadadas com a venda dos discos é suficiente para manter a formação no activo?
Jorge de Sousa — Realmente, uma das grandes fontes de subsistência da associação provém da venda dos CDs (ao todo, mais de 20 mil discos vendidos). Outra fonte de rendimento provém das actuações, mas uma grande parte desse dinheiro é distribuído pelos elementos do grupo, ficando apenas uma pequena percentagem para a associação. Também temos arrecadado algum dinheiro com alguns projectos desenvolvidos, em parceria, com associações. Realizámos, por exemplo, um trabalho com a Fundação da Juventude, que nos deixou uma verba razoável. Também há dois anos atrás, tivemos um protocolo com a Câmara Municipal de Santa Cruz que, infelizmente, este ano não aconteceu. Ainda hoje, não sei o porquê. Julgamos que voltaremos a tê-lo no próximo ano. Esta associação merece, porque, para além do grupo, promove formação. Nós temos miúdos e miúdas a aprender rajão, braguinha e viola de arame. Quem suporta os custos é a associação e os pais das crianças. Temos uma turma no Funchal e outra na Camacha. Acho que isto merecia apoios tanto da Câmara do Funchal como da de Santa Cruz.
De salientar que nós já tivemos o apoio da DRAC (Direcção Regional dos Assuntos Culturais) e também da Direcão Regional de Educação. Temos o professor Vítor Sardinha destacado a tempo inteiro para a associação. Ter um professor deste calibre na nossa associação é uma mais-valia. Portanto, não é só dinheiro que é apoio.
Olhar — Em simultâneo com o CD - “Aquintrodia”, a Associação lançou um livro sobre o seu historial. Quando podemos esperar uma próxima edição?
Jorge de Sousa — O livro está, neste momento, esgotado. Vamos ver se no décimo quinto aniversário da ACEE, daqui a cinco anos, fazemos uma actualização do livro. A ideia é pegar no conteúdo da obra e fazer uma actualização, nomeadamente com a inclusão dos novos elementos do grupo.
Olhar — Há outros projectos...
Jorge de Sousa — Estamos a preparar um CD, que provavelmente será lançado em 2008, com temas completamente novos, que nenhum outro grupo da Região alguma vez editou. Vamos ter 20 músicas para escolher apenas 12. Também em 2008, e simultaneamente com o CD, vamos lançar um DVD, o qual já está a ser gravado.
Olhar — Que recepção tem tido os Encontros da Eira no exterior?
Jorge de Sousa — Já actuámos em França, Inglaterra, Venezuela, continente e Açores. Recordo-me, de uma vez, em que tocámos no Algarve, para um público, na sua maioria estrangeiro, com o qual sentimos uma grande aceitação. Infelizmente, a música tradicional da Madeira está pouco divulgada até mesmo no nosso próprio país. Conhecem o bailinho do Max e pouco mais. Quando aparece um grupo como o nosso, dizem: «afinal na Madeira também existe isto». Sabemos que o que fazemos não é música comercial, mas costumo dizer que se trata de um tipo de música que não está na moda, mas que também nunca passa de moda.
In: Jornal da Madeira |
|
As aulas deste masterclass foram orientadas por Carla Sousa, uma jovem estudante do Royal Northern College of Music que este mês vai integrar um estágio na Manchester Camerata. |
| Em resultado do MasterClasse de flauta transversal que a Associação Cultural Encontros da Eira está ainda a realizar, em cooperação com o Gabinete Coordenador de Educação Artística, será apresentado, amanhã, dia 15, o concerto final pelas 20h00, no Salão Nobre da Câmara Municipal do Funchal.
Com a duração aproximada de 30 minutos, este concerto tem como principal objectivo mostrar os conhecimentos adquiridos durantes os dias em que durou o masterclasse.
As aulas decorreram nas instalações do Gabinete Coordenador de Educação Artística, na Escola Secundária Dr. Ângelo Augusto da Silva e teve como orientadora Carla Sousa, membro integrante do grupo Encontros da Eira, tendo participado nesta formação oito alunos da professora Tânia Silvestre.
Recorde-se que Carla Sousa foi seleccionada para um estágio na Manchester Camerata, uma das mais importantes orquestras de Inglaterra. Para além de estudante do Royal Northern College of Music, o estágio, na Manchester Camerata, começa já este mês de Setembro e terá a duração de um ano.
A jovem, natural da Camacha, colaborará com a direcção da orquestra na organização de eventos.
In: Jornal da Madeira |
|
| Formação em Instrumentos Tradicionais e um Masterclass de Flauta Transversal |
| “Encontros” dão cursos |
O curso de instrumentos tradicionais madeirenses terá lugar sempre aos sábados, das 10h00 às 12h00, na cave da Casa do Povo da Camacha. O masterclass de flauta transversal só começa em Setembro. |
 |
 |
A Associação Cultural Encontros da Eira vai realizar duas acções de formação, a primeira é um curso subordinado ao tema “A tocar e a Cantar Instrumentos e Cantigas Tradicionais da Madeira”, enquanto que o segundo é um Masterclass de Flauta Transversal.
A exemplo do que já vem sendo realizado em anos anteriores, a Associação Cultural Encontros da Eira está a (re)lançar o curso “A tocar e a Cantar Instrumentos e Cantigas Tradicionais da Madeira” essencialmente a crianças dos seis aos 14 anos de idade.
De acordo com o presidente da direcção dos “Encontros da Eira”, Jorge de Sousa, «esta iniciativa enquadra-se nos objectivos que norteiam a Associação Cultural “Encontros da Eira”, contribuindo a mesma para o engrandecimento cultural/musical da vila da Camacha, do concelho de Santa Cruz e por consequência da Madeira».
Para a realização de ambas as formações, a Associação contou com o apoio logístico da Junta de Freguesia e Casa do Povo da Camacha, do Grupo Folclórico da Camacha e da CAMFOR, entidade que apoiou com os serviços de material didáctico de apoio e administrativo.
De referir que o curso terá início no próximo dia 19, sendo que as aulas vão ter lugar sempre aos sábados, das 10h00 às 12h00, na cave da Casa do Povo da Camacha.
Quanto ao Masterclass de Flauta Transversal, este terá início na segunda semana de Setembro. A formação estará a cargo de Carla Sousa, estudante no Royal Northen College of Music, em Manchester (Reino Unido).
As inscrições para esta formação podem ser feitas na Junta de Freguesia e na Casa do Povo da Camacha, bem como na CAMFOR.
In: Jornal da Madeira |
|
| |